sábado, 19 de abril de 2008
Hardwar



foto estrutura de correntes eletricas de uma placa Mãe




foto de flat"s cabler para a interligação dos Hardwares


foto monitor LCD
foto de mouse USB
FOTO TECLADO
noticías
Placa-mãe A-S78H da abit
Categoria: Placas-Mãe
Mais informações: http://www.techmessenger.com/abit-Introduces-the-A-S78H-Motherbo...
A abit anunciou a placa-mãe A-S78H com suporte à tecnologia ATI Hybrid CrossFireX. Baseada no chipset AMD 780G, a placa vem com placa de vídeo ATI Radeon HD3200 integrado e SB700. Suporta processadores AMD AM2+/AM2 e até 8 GB de memória Dual Channel DDR2 1066. Traz ainda barramentos PCI-E X16, PCI-E X1 e 2 PCI. O áudio de alta-definição tem cinco canais. Suporta 6 SATA 3Gb/s e SATA RAID 0/ 1/ 0+1. Para o padrão micro ATX.

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quinta-feira, 17 de abril de 2008
Fontes de Alimentação
Autor: Gabriel Torres e Cássio Lima
Tipo: Testes
tream 600 W Estágio de Filtragem de Transientes Análise do Primário Análise do Secundário Análise da Potência Testes de Carga Testes de Carga (Cont.) Principais Características ConclusõesIntrodução
A fonte de alimentação StealthXStream 600 W da OCZ tem uma ventoinha de 120 mm, é compatível com o padrão EPS12V, tem dois conectores de alimentação para placas de vídeo voltada a sistemas SLI ou CrossFire, sem falar que seu preço é extremamente atrativo, custando nos EUA menos de US$ 90. A StealthXStream é uma boa fonte? Será que ela pode realmente fornecer sua potência rotulada? Vamos dar uma nova olhada nesta fonte, já que atualizamos este artigo para incluir os resultados dos testes de carga.
clique para ampliarFigura 1: OCZ StealthXStream 600 W.
Nós gostamos do conceito desta fonte de alimentação: ela tem as mesmas características encontradas em fontes de alimentação topo de linha – ventoinha de 120 mm, PFC ativo e alta eficiência (80% em 120 V e 83% em 230 V) – exceto o sistema de cabeamento modular, com um preço relativamente baixo. Claro que veremos se o que há dentro desta fonte está de acordo com nossas expectativas.
Eficiência significa menor perda de energia elétrica – uma eficiência de 80% significa que 80% da potência extraída da rede elétrica é convertida em potência nas saídas da fonte de alimentação e apenas 20% é desperdiçada, ou melhor, transformada em outro tipo de energia, como calor. Isto é traduzido em menor consumo da rede elétrica (já que menos potência é consumida de modo a gerar a mesma quantidade de potência em suas saídas), o que significa uma conta de luz mais baixa – só para você ter uma idéia, fontes de alimentação convencionais possuem uma eficiência inferior a 70%.
O PFC ativo (Fator de Correção de Potência), por outro lado, oferece uma melhor utilização da rede elétrica e permite que esta fonte de alimentação esteja de acordo com leis européias, o que permite a OCZ vendê-la neste continente (você pode ler mais sobre PFC em nosso tutorial Fontes de Alimentação). Na Figura 1 você pode ver que esta fonte de alimentação não tem uma chave 110V/220V, característica esta presente em fontes de alimentação com PFC ativo. Na verdade, um truque para verificar se uma fonte de alimentação tem ou não PFC ativo é verificar a existência ou não desta chave.
Esta fonte de alimentação utiliza uma excelente solução de refrigeração. Em vez de ter uma ventoinha na sua parte traseira, sua ventoinha está localizada na parte de baixo da fonte, como você pode ver na Figura 1 (a fonte de alimentação está de cabeça para baixo). Uma grade foi colocada no lugar da ventoinha traseira, como você pode ver. Como a ventoinha usada é maior do que as ventoinhas normalmente usadas nas fontes de alimentação esta fonte não é apenas mais silenciosa do que as fontes tradicionais, mas também oferece um melhor fluxo de ar.
Esta fonte tem cinco cabos de alimentação para periféricos: dois cabos de alimentação auxiliar PCI Express; um cabo de alimentação para periféricos contendo dois conectores padrão e um conector de alimentação para unidade de disquete; um cabo de alimentação para periféricos contendo três conectores padrão; e um cabo de alimentação Serial ATA contendo três conectores de alimentação SATA.
Aqui foi onde a OCZ economizou algum dinheiro: outras fontes de alimentação topo de linha de 600 W têm pelo menos um cabo de alimentação com três conectores SATA a mais. Portanto se você tiver mais do que três dispositivos SATA (discos rígidos ou unidades ópticas) você precisará usar um adaptador para converter os plugues de alimentação para periféricos em plugues de alimentação SATA.
No que diz respeito à estética, a OCZ usou acabamento de nylon em todos os cabos e este acabamento parte de dentro da fonte.
Esta fonte de alimentação tem dois conectores ATX12V que juntos formam um conector EPS12V. O conector de alimentação principal pode ser usado tanto em placas-mãe com conector de 20 pinos quanto de 24 pinos.
clique para ampliarFigura 2: Conectores de alimentação da placa-mãe e da placa de vídeo.
A bitola de todos os fios usados nesta fonte de alimentação é 18 AWG, o que é bom para a categoria desta fonte, e a bitola dos fios de +12
V (amarelos) usados nos conectores da placa-mãe é 16 AWG (isto é, mais grosso), o que é excelente. Fontes de alimentação baratas usam fios com bitolas 20 AWG ou até mesmo 22 AWG, que são mais bem mais finos.Apesar de a OCZ ter pago para ter o seu próprio número UL, esta fonte de alimentação é na realidade fabricada pela FSP. O nome FSP estava gravado na placa de circuito impresso da fonte.
clique para ampliarFigura 3: Esta fonte de alimentação é fabricada pela FSP.
Mas... Espera um minuto! Esta placa de circuito impresso (número de série 3BS0110312GP) é exatamente a mesma usada pela GameXstream da OCZ e pela ZM600-HP da Zalman! Serão que eles são os mesmos produtos mas com nomes diferentes? Vamos desmontar esta fonte para verificarmos isso.

Quanto uma Fonte Genérica de 500 W Realmente Fornece?
Autor: Gabriel Torres e Cássio Lima
Tipo: Testes
Ir para... Introdução Por Dentro da Advanced Electronics FX-500 (ATX-LPJ22-23) Análise do Primário Análise do Secundário Testes de Carga Conclusões
Introdução
Nós decidimos pegar uma fonte de alimentação “genérica” de 500 W – mais especificamente uma Advanced Electronics FX-500 (também conhecida como ATX-LPJ22-23) – e a testá-la usando a mesma metodologia usada nas fontes de alimentação de “marca”. A idéia por trás deste teste é de ser o mais educativo possível e responder a algumas questões importantes: quanto uma fonte de alimentação genérica realmente consegue fornecer? Quais são as diferenças entre uma fonte de alimentação genérica e uma de “marca”? Corremos algum risco em usarmos uma fonte de alimentação genérica em nosso PC? Porque fontes genéricas custam tão pouco? Continue lendo e veja nossas descobertas.
Nós chamamos de “genérico” qualquer produto simples e barato que nós não conseguimos descobrir qual é o verdadeiro fabricante – normalmente porque o fabricante não quer ser encontrado! No caso das fontes de alimentação, fontes genéricas custam poucos reais (a fonte que testamos custa R$ 50,00) e normalmente vêm de graça em gabinetes mais simples. Nenhuma atenção é dada ao acabamento do produto e elas seguem o tradicional projeto ATX, com uma ventoinha de 80 mm na parte traseira e algumas ranhuras na parte frontal da fonte. Elas são menores e muito mais leves do que fontes de alimentação de “marca”. Na verdade, antigamente quando era difícil encontrar boas fontes de alimentação um macete usado por vários técnicos era escolher a fonte de alimentação mais pesada. Elas também têm uma tomada CA na parte traseira para você conectar seu monitor de vídeo e este recurso não é mais visto em fontes de “marca”.

Figura 1: Fonte de alimentação Advanced Electronics FX-500 (ATX-LPJ22-23).
Figura 2: Fonte de alimentação Advanced Electronics FX-500 (ATX-LPJ22-23).
Aqui nós podemos ver a primeira diferença importante entre uma boa fonte de alimentação e uma fonte genérica: refrigeração. Mesmo quando uma boa fonte de alimentação usa apenas uma ventoinha de 80 mm na parte traseira ela tem muito mais ranhuras na parte frontal (com várias fontes substituindo o painel frontal por uma grade), o que aumenta o fluxo de ar e evita que o seu computador se superaqueça. A fonte de alimentação é um elemento chave na dissipação de calor dentro do micro já que ela é responsável por puxar o ar quente de dentro para fora do micro (através dessas ranhuras), através da ventoinha da fonte de alimentação. Na Figura 3 nós ilustramos isto.
Figura 3: Fluxo de ar e dissipação de calor em um PC típico.Claro que para diminuir os custos as fontes de alimentação genéricas não têm circuito PFC (leia mais sobre o PFC em nosso tutorial Fontes de Alimentação) e também assumimos que elas têm uma baixa eficiência, abaixo de 70%, mas claro que mediremos a eficiência durante nossos testes com esta fonte de alimentação. Quanto maior a eficiência, melhor – uma eficiência de 80% significa que 80% da potência extraída da rede elétrica é convertida em potência nas saídas da fonte de alimentação e apenas 20% é desperdiçada, o que significa uma conta de luz mais baixa.
Outra principal diferença externa entre uma boa fonte de alimentação e uma fonte genérica são os cabos usados. Fontes de alimentação genéricas usam fios mais finos do que o recomendado, normalmente com bitola 20 AWG. A bitola mínima exigida para os padrões de hoje é 18 AWG. Além disso, as fontes de alimentação genéricas vêm com poucos cabos se comparadas com fontes de “marca”. A fonte de alimentação que testamos, a Advanced Electronics FX-500 (ATX-LPJ22-23), por exemplo, tinha apenas dois cabos, um com dois conectores de alimentação para periféricos e outro também com dois conectores de alimentação para periféricos mais um conector de alimentação para a unidade de disquete, mais o cabo de alimentação principal da placa-mãe e um cabo ATX12V – nenhum conector de alimentação SATA (apesar de algumas fontes de alimentação genéricas terem esses conectores) e nenhum conector de alimentação auxiliar para a placa de vídeo.
A distribuição de potência é também uma diferença muito importante entre fontes genéricas e fontes de “marca”. Fontes genéricas são normalmente baseadas na primeira especificação ATX, que foi desenvolvida na época que a maior parte do consumo do micro era concentrada na linha de +5V. Atualmente o consumo é concentrado nas saídas de +12V, já que o processador (através dos conectores ATX12V e EPS12V) e as placas de vídeo são conectados na saída de +12V, não na saída de +5V. Portanto normalmente as fontes genéricas têm um maior limite de corrente nas saídas de +5V enquanto que as boas fontes de alimentação de “marca” atuais têm um maior limite de corrente nas saídas de +12V. Existe ainda uma diferença principal de como a saída de +3,3V é obtida, mas falaremos sobre isto adiante.
Mas a principal “característica” das fontes de alimentação genéricas é que elas fornecem muito menos potência do que rotulado. A Advanced Electronics FX-500 (ATX-LPJ22-23) é rotulada como uma fonte de alimentação de 500 W (apesar de no site da Advanced Electronics dizer que ela é uma fonte de 230 W) e um dos objetivos deste teste é verificar qual é a potência real desta fonte.
Existem várias maneiras dos fabricantes de fontes de alimentação rotularem seus produtos:
Rotular a fonte de alimentação com a potência de pico, que pode ser obtida apenas durante alguns segundos e, em alguns casos, em menos de um segundo.
Medir a potência máxima da fonte com uma temperatura ambiente não condizente com a realidade, normalmente a 25°C, enquanto que a temperatura dentro o micro será sempre maior do que este valor – pelo menos 35°C. Os semicondutores perdem a capacidade de fornecer corrente (e conseqüentemente potência) com a temperatura (fenômeno conhecido, em inglês, como “de-rating”). Portanto a potência máxima medida em uma temperatura baixa pode não ser obtida quanto a temperatura é aumentada.
Simplesmente mentir, que talvez seja o caso das fontes genéricas.
Agora que você sabe quais são as diferenças externas entre uma fonte de alimentação genérica e uma de “marca”, vamos ver as diferenças internas.
(FONTE:WWW.CLUBEDOHARDWARE.COM.BR)
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